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Representatividade negra x Inteligência Artificial


Um canal que sempre me fascina é o Medium e recentemente eles disponibilizaram o Zora que fornece conteúdo instigante para e sobre mulheres negras, contribuído por vozes novas e experientes. É um espaço onde coragem, espírito e experiências são celebrados e valorizados. <3


E em uma das leituras lá no Zora, me deparei com um artigo da Mutale, que é uma especialista em governança de inteligência artificial. Ela é uma das poucas mulheres negras em sua equipe e, seu conhecimento, experiência e domínio do tema a colocam em contato com muitos temas incríveis.


Uma dúvida muito comum que ela relata é o fato de que sim, os algoritmos podem ser racistas e que é muito importante o trabalho dela que monitora e faz adequações para minimizar esses vieses nada bacanas e vindo de uma máquina!


Se você ainda não entende a amplitude da inteligência artificial nos dias de hoje, vale ressaltar que ela influencia desde como uma vaga de trabalho chega até você até o montante de dinheiro concedido em um empréstimo, por exemplo. E com isso, é fundamental ter uma “curadoria” sobre como esses algoritmos sofisticados funcionam e avaliar se não há uma exclusão forçada, ou não, de alguma população específica.


E quando se faz uma busca sobre profissionais que estão atuando nessa governança são poucos profissionais listados fazendo esse trabalho. De acordo com um estudo da Google AI (https://ai.google/) somente 893 pessoas estão atuando em inteligência de máquina. É pouca gente e não necessariamente é um grupo diverso que minimiza vieses e preconceitos. Somente uma profissional e negra é contemplada na lista.


Ela inclui também o cenário do Facebook, que de uma lista de 146 pessoas que trabalham em seu time de pesquisa em inteligência artificial nenhuma delas é negra.


Entende a importância do trabalho dela?


É impossível ensinar as máquinas com base no achismo de uma parcela da população. Para que haja identificação e que seja autêntico é preciso ter um grupo misto e diverso fazendo isso.


Ela até menciona que embora a situação lhe traga oportunidades legais como palestrar em várias universidades em todo os Estados Unidos e em eventos fora, ela gostaria de ver mais mulheres negras (e na tecnologia!) multiplicando essa importância.


Se você quiser ler o artigo na íntegra (o que eu recomendo fortemente), é só clicar nesse link: https://bit.ly/2K9i4XZ


Beijo,



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